Voltar
SET
30
30/09/2026
Secretária Municipal de Saúde

MÃO-PÉ-BOCA: Saiba como reconhecer os sintomas e prevenir a transmissão.

Saúde

Sem outras imagens

Autor: Nataly Pleutin Rocha

Fonte: Marketing e Comunicação

Crédito da imagem: Marketing

Compartilhar

Dica: O Facebook pode não preencher automaticamente. Copie o link e cole diretamente no Facebook para melhor compatibilidade.

Velocidade de leitura:
Tom de voz:
Volume

MÃO-PÉ-BOCA: SAIBA COMO RECONHECER OS SINTOMAS E PREVENIR A TRANSMISSÃO

Infecção viral é mais comum entre crianças pequenas e pode se espalhar com facilidade em creches, escolas e outros ambientes coletivos

Higiene das mãos, limpeza de objetos e atenção aos primeiros sintomas são medidas importantes para reduzir a circulação do vírus

A Secretaria Municipal de Saúde de Caarapó, por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, orienta a população e reforça o alerta para os cuidados relacionados à síndrome mão-pé-boca, uma infecção viral contagiosa que ocorre principalmente em crianças pequenas e pode se espalhar com facilidade em creches, escolas e outros ambientes coletivos.

A doença mão-pé-boca é uma infecção geralmente leve e autolimitada, que ocorre principalmente em crianças menores de cinco anos, embora também possa afetar crianças maiores e adultos. Entre os principais agentes estão os vírus Coxsackie A16, A6 e Enterovirus 71.

A transmissão acontece pelo contato com secreções respiratórias, saliva, fezes, líquido das vesículas e objetos ou superfícies contaminados. O período de incubação costuma variar de 3 a 7 dias, e a transmissão é mais intensa durante a primeira semana da doença.

PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS

Os primeiros sintomas podem incluir febre, mal-estar, dor de garganta e falta de apetite. Após um ou dois dias, podem surgir lesões dolorosas na boca, que podem evoluir para pequenas úlceras, além de manchas ou pequenas bolhas nas mãos e nos pés. As lesões também podem aparecer em outras regiões, como nádegas, joelhos e cotovelos.

A dor na boca pode provocar aumento da salivação, dificuldade para se alimentar e recusa de líquidos, aumentando o risco de desidratação. A maioria dos casos apresenta evolução favorável e melhora espontaneamente em aproximadamente 7 a 10 dias.

Em caso de sintomas, é importante observar a evolução do quadro, especialmente em crianças pequenas, e buscar avaliação de um profissional de saúde quando necessário.

CUIDADOS E TRATAMENTO

O tratamento é principalmente sintomático e de suporte, com atenção especial à hidratação. É recomendado oferecer líquidos com frequência e, quando houver dor na boca, preferir alimentos macios, pastosos e frios, evitando alimentos muito ácidos, salgados ou condimentados.

Medicamentos para dor e febre devem ser utilizados conforme orientação de um profissional de saúde. AAS não deve ser administrado a crianças, e antibióticos e antivirais não são indicados rotineiramente para a doença.

Os responsáveis devem procurar atendimento caso a criança apresente recusa persistente de líquidos, sinais de desidratação, vômitos, sonolência excessiva, irritabilidade intensa, convulsões, dor de cabeça forte, rigidez na nuca, dificuldade para respirar ou febre persistente.

TEMPERATURAS MAIS ELEVADAS

A doença apresenta comportamento sazonal em algumas regiões, com maior circulação dos enterovírus em períodos mais quentes do ano, embora possa ocorrer durante todo o ano.

O calor, por si só, não causa a doença. A transmissão continua ocorrendo principalmente por meio do contato com secreções, fezes, lesões e objetos ou superfícies contaminados.

Durante períodos de temperaturas elevadas, os cuidados de higiene e prevenção devem ser mantidos, especialmente em ambientes com grande circulação de crianças.

COMO EVITAR A TRANSMISSÃO

A principal medida de prevenção é a lavagem frequente das mãos com água e sabão, especialmente após trocar fraldas, utilizar o banheiro e antes de preparar ou consumir alimentos.

Também é importante manter a limpeza frequente de brinquedos, mesas, maçanetas, banheiros, trocadores e outras superfícies de uso compartilhado, principalmente em creches e escolas.

Copos, talheres, mamadeiras, toalhas, chupetas e outros objetos de uso pessoal não devem ser compartilhados. Crianças com sintomas devem ser avaliadas e permanecer afastadas das atividades coletivas enquanto estiverem doentes, seguindo a orientação do profissional de saúde e os protocolos locais para retorno.

A identificação precoce dos casos, a hidratação adequada e a adoção de medidas simples de higiene são fundamentais para reduzir a transmissão e proteger crianças, familiares e profissionais que convivem em ambientes coletivos.

A doença mão-pé-boca geralmente apresenta evolução favorável, mas exige atenção aos sintomas, principalmente em crianças pequenas. Em caso de dúvidas ou diante de sinais de alerta, a orientação é procurar um serviço de saúde para avaliação adequada.

Seja o primeiro a curtir esta notícia.

Tags:saúdecuidadosprevenção

NOTÍCIA MAIS RECENTE

Carregando...

NOTÍCIA MENOS RECENTE

Carregando...

Veja mais da categoria Secretária Municipal de Saúde

Página 1 de 1
Página 1 de 1
Veja mais da categoriaSecretária Municipal de Saúde